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o outono do patriarca

Síria, o inferno na Terra. Oportunismo e indiferença das grandes potências. Cobardia e calculismo da Europa (UE). Ditadura sangrenta dos Assad. Até onde chegará o sofrimento do povo sírio? dies irae.

Síria, o inferno na Terra. Oportunismo e indiferença das grandes potências. Cobardia e calculismo da Europa (UE). Ditadura sangrenta dos Assad. Até onde chegará o sofrimento do povo sírio? dies irae.

o outono do patriarca

07
Mar18

A cor do ser

Carolus

As eleições recentemente realizadas em Itália e que deram a vitória a partidos e movimentos eurocéticos, isto num país fundador da União, lembre-mo-nos de Alcide de Gasperi, foram mais uma vez marcadas pela questão da emigração, num tom declaradamente racista, tanto por parte da Liga Nacional(Ex-Liga do Norte), como pela Forza Italia, a que acrescentaremos o Movimento 5 Estrelas, são uma clara demonstração do crescimento do racismo e da xenofobia na Europa, soprdos pela crise do sub prime de 2008, pela globalização à escala mundial, feita sem rei nem roque, ao sabor das "puras leis do mercado".

As populações atingidas por aqueles factores e pela tremenda crise dos refugiados que, dos pontos do globo em conflito, Síria, Afeganistão, África, tanto do Norte como Sub sariana, a que a Europa foi incapaz de dar uma resposta global procuram respostas aos problemas gerados  nomeadamente pelos factores antes referidos.

O que é facto é que os partidos tradicionais, à direita e à esquerda, foram incapazes de dar resposta adquada aos prtoblemas existentes, capturados por uma lógica economicista, de selvagem ataque ao estado, procurando a sua diminuação, lançando borda fora todas as preocupações socias, numa pretenso liberalismo, a que se costuma chamar neo liberalismo, que se poderá remontar, talvez, à escola de Chicago, a Margaeret Tatcher e a Ronal Regan("O Estado é o problema") deixaram campo livre ao populismo, particularmente de direita, mas também algum de esquerda,-

As eleições austríacas, o Brexit na Grã Bretanha, os governos da Hungria e na Polónia, ou a Frente Nacional em França, nomesdamente, são bém o sintoma de uma Europa doente, desorientada, em busca de respostas, mas mais parecendo às vezes caminhar para um abismo em tudo semelhante ao dos anos trinta do século passado.

Se a este quadro juntarmos a loucura e demagogia isolacionista de Donald Trump, temos todos os ingredientes para uma crise económica, social e política, esperemos que não venha a ter cores militares, de consequências imprevisíveis.

Faço figas para estar enganado. Gostaría mesmo de estar enganado.  

A propósito, políticos europeus ACORDEM, o incêndio está a atingir a nossa casa comum europeia.

Os nossxos filhos e netos agradecem.

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